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sábado, 1 de janeiro de 2011

FIM DE VIAGEM-RETORNO PARA CASA

Vejam final da viagem do meu amigo Sérgio, que fez de Florianópolis até Paraty-Rio de janeiro,
meu meu amigo Sérgio, admiro você pela pessoa sincera , amigo e bom navegador, espero encontrar você nesse imenso mar, boas navegadas
Cap.Erico.



Diário de bordo31.12.2010
O Retorno-Chegando em Casa

Ok gente.....cheguei. Tomei uma overdose de vento sul do início de Outubro até o final da viagem.
Durante duas semanas fiquei em Paranaguá para reformar o ZEE, passando os fins de semana em Florianópolis.
Conheci em Paranaguá uma senhora de sessenta e três anos, que está dando a volta ao mundo sozinha em um veleiro de 27 pés.
Porto de origem África do Sul, e eu indo de Floripa até Angra achando que estou fazendo uma grande aventura.
Foto
Uma semana antes de voltar para Floripa, uma lancha navegando de noite, com seu comandante bêbado e sozinho, sobe na popa de uma embarcação amarrada em sua poita em frente da sub-sede da Ilha da Cotinga.
Segundo a gloriosa Marinha do nosso Brasil, o barco que estava na poita estava errado, haja vista estar parado dentro do canal de navegação local, mesmo que seja na beirada do canal.
O laudo do sinistro ficará pronta daqui a dois anos....pode?????.


Saímos da Ilha da Cotinga, em Paranaguá, no dia 27 passado, acompanhado do meu amigo Ulisses e com o meu veleiro todo reformado.
O vento sul batia como sempre, só que chegando à barra de Paranaguá, com o vento forte e muita onda barra fora, resolvemos parar na Praia da Encantada e passar mais uma noite antes de pegar o alto mar, esperando que o vento diminua e o mar acalme.
Durante a noite, balançando muito por causa do vento sul, um fato interessante aconteceu. Já no terceiro sono, no meio da madrugada, ouvimos uma batida forte no barco e um balanço mais forte ainda, pensando imediatamente em algum sinistro com o ZEE e com algum barco ou pedra do costão.
Saímos ao supetão para fora do barco, meio confusos, e olhando em volta, tudo estava normal, com o barco no seu lugar.
Assim que passo para o cockpit, enfiando o pé em quase dois palmos de água, percebo que uma grande onda, muito provavelmente causado por um navio somado com as ondas do vento sul, pegou o ZEE pela alheta, inundando o local.
Resolvida a questão, voltamos a dormir como se nada tivesse acontecido.
Assim que amanheceu, na terça-feira, com vento sul e com o mar mais calmo, zarpamos para São Francisco do Sul, parando no meio da tarde na Praia da Enseada.
Era previsto ficar por dois dias em São Francisco do Sul, mas como o fim do ano estava à poucos dias, e com visitas em casa, tive que tocar direto para Florianópolis.

No final da tarde, meu primo Juliane embarcou, para nos acompanhar até Florianópolis.
Na quarta-feira, com o vento sul forte, mudamos o rumo de Porto Belo para a Enseada da Armação de Itapocorói, em Penha.
Assim que chegamos, lancei âncora, que não unhou, fazendo o barco se afastar quando colocava a ré para conferir o fundeio.
Puxando a âncora, veio uma pesada escada de barco de pesca.
Voltando ao lugar escolhido, lanço a âncora, ocorrendo novamente à falta de pega. Recolho a âncora, e desta vez foi um cabo jogado fora por algum pescador, ficando no fundo, que acabou impedindo o unhar da âncora.
Como o local é um ancoradouro para os pescadores, muitos barcos de pesca ficam no lugar, e por sua vez, virou um lixão generalizado.
Por segurança, acabei jogando duas âncoras.
Na quinta-feira, saímos assim que clareou, ainda com vento sul, fomos direto para Florianópolis.
No meio do caminho, duas baleias passaram a cinco metros da proa do ZEE, em frente de Bombas e Bombinhas.
Com o vento sul soprando forte, eu estava muito brabo e muito contente ao mesmo tempo.
Brabo porque já não agüentava mais o vento contra, e contente por saber que o ZEE estava avançando brava mente como nunca antes, com o casco limpo, o motor zerado e com o seu hélice de passo variável funcionando.
Chegamos às seis horas da tarde em Canasvieiras, felizes por mais uma perna navegada com galhardia,enfim em casa,quem bom
Comandante Sérgio
31-12-2010

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