Alerta
Ola amigos proprietário e futuros proprietário de Motor Home, com a nova aprovação da Carteira B para motor até 6.000 kilos e trailer a tendencia das fabricas e novas fabricas de motor home aumentar suas demanda de novos veículos, a pergunta onde vamos estacionar em viagens, considerando com a especulação imobiliárias os camping não existe mais, como fica, esta na hora dos fabricantes se querem vender seus produtos se reunirem para criar espaços junto ao órgão públicos senão a coisa vai ficar feia como é o casa na Europa, a demanda de veículos creceran e os espaço diminuiriam, isso é uma alerta, como ex-presidente de uma Associação de veículos de Recreio SC(motor home ,Trailer,etc.)assunto tirando do blog abaixo
http://viajantedecasaascostas.blogspot.com
Mais tarde, (um ano depois?) na zona ao lado (cais), sucedeu-lhe o mesmo: barreiras de altura. Durante pouco tempo (2 anos, 2 anos e meio?) a situação dos autocaravanistas pareceu viver uma mudança que faria esquecer as barreiras impeditivas: ao lado da Escola Primária era possível estacionar, pernoitar e, mais importante que isso, podia-se fazer uso de um improvisado sistema de limpeza com despejos para wc químicos , águas sujas e limpas. Mas foi sol de pouca dura…. Terão alguns abusado da sorte, por colocarem no exterior o material por outros intitulado de campismo? Era ou não era uma zona para autocaravanistas? Chocava a população, comerciantes ou dirigentes camarários, as mesas e cadeiras no exterior, os toldos sombreiros, os assadores com peixe e carne frescos do mercado mesmo ali à mão de semear? Correram rumores que o espaço estava destinado a outros voos: construção de imóveis, provavelmente moradias. O tempo passou, e mais uma vez, agora em Maio de 2009, assim como em Agosto de 2008, constatei que nem buracos existem no local, só uns montes de areia ervas altas…
E, para muitos autocaravanistas, uns, recém-chegados, outros, já reincidentes; uns mais observadores, outros menos, Porto Côvo (é este o nome do Paraíso perdido…) continua a ser um local para férias e fins-de-semana, recorrendo à falésia (nos locais ainda não vedados por arames farpado), às ruas da aldeia, aos bairros e, por enquanto, ao parque de estacionamento ao lado da Praia Grande. Por enquanto, porque, no feriado do 1 de Maio, esta trabalhadora e outros que por lá estavam, depararam-se com novas barreiras amarelas e pretas, quais girafas tontas (sem ofensa para as elegantes criaturas), a barrar uma das entradas /saídas do dito parque. Eram recentes e possivelmente não houve tempo de colocar outras na outra entrada. No próximo fim-de-semana, certamente que, com luvas às riscas amarelas e pretas se fecha mais um local onde as AC podiam parar, estacionar, pernoitar. E assim Porto Côvo se fecha a este tipo de viajantes, a este tipo de turismo. Rumores se ouviram novamente; que o dono do restaurante da Praia Grande se queixara da diminuição de clientes à conta dos autocaravanistas…
Ao lado de quem se queixa, questiono-me também sobre problemas ambientais: onde vão aquelas 50 AC (era o simpático número na noite de 1 para 2 de Maio) despejar as suas águas sujas? A todas lhes preocupará salvaguardar o meio ambiente? Mas não será certamente esta a questão que os tais queixosos levantam, caso contrário já teriam disponibilizado um terreno com as devidas condições técnicas para estes percalços ambientais. Se a questão se prende ao cifrão também não percebo por que razão não criam o dito terreno, com um preço diário? ! Eu por mim não me importaria nada de pagar, mas provavelmente aqui a questão fundamental nem é o dinheiro.
Certamente que, porém, não é esta a questão crucial de quem coloca barreiras. Nem sequer a questão comercial e turística o será?! O que é desconheço, porque uma proibição com luvas, sem texto oral ou escrito nada explica, apenas discrimina e, caramba, choca-me ser alvo de discriminações! Também tenho direito de ir à praia, de ver a paisagem, de comprar… a propósito: fiz as contas: 43,90€ num jantar na aldeia, 31€ em supermercados, 18,70€ em jornais , revistas e euromilhões, 14 € em doces e gelados, 14€ na prenda para o dia da mãe, 6,05€ em utensílios vários nos chineses da terra (já que divulgo este último comerciante beneficiado, acrescento os restantes: “Marquês geladaria” e “Loja das Prendas”, Coop e mercado na rua da Padaria, tabacaria).
Mais uma vez fico sem resposta e mais uma vez me escandalizo com a falta de visão daqueles que nos dirigem neste país.
Talvez lá passe mais para o Verão para tirar nova foto às duas barreiras e , espero, a menos AC a encher os bolsos dos ex-donos daquele Hotel.